No último post eu falava sobre o Emanuel e sua partida cedo demais dessa terra.
Como eu fiquei depois dessa perda? Gente, foi muito difícil!
Minha glicemia ficou muito descompensada eu tinha muitas hipoglicemias severas e hipers também.
O primeiro dia foi até tranquilo, pois o pai do Emanuel ficou comigo. Porém, o tempo foi passando e eu era solteira. Não assumi compromisso por causa da gravidez. Então, eu comecei a sofrer a perda de maneira bem mais intensa e eu passava mal por conta disso.
Muitos amigos me apoiaram, mas as noites eram de sofrimento intermináveis. Eu dormia imaginando ele do meu lado, eu colocava todas as roupas dele em cima da cama e abraçava porque eu queria meu filho perto de mim.
Fiz acompanhamento com psicólogo, endócrino, nutricionista, mas eu sabia que as crises aconteciam por causa da tristeza e do sofrimento.
Eu passei quatro anos vivendo em uma montanha russa. 2018 foi o pior ano da minha vida com o descontrole glicêmico.
Desmaios, convulsões, dentre outras situações e isso tudo por causa do emocional. Eu não me recuperei da perda do meu pacotinho de amor. A única coisa que conseguir fazer foi controlar a glicemia melhor.
O lado emocional é pior do que o açúcar quando se fala em diabetes. Eu sei bem disso!
A próxima postagem é surpresa, tá? rs (ainda não sei sobre o que falar)
O que vocês querem ler?
Falo do M.V, do Di, de um amor novo? Quero saber. Bjs ❤
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