quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Mais histórias sobre hipoglicemias

Olá, meus docinhos! Para quem não sabe hoje, 14 de novembro, é o dia mundial de conscientização dos cuidados com o Diabetes. E é claro que todo diabético tem uma história que envolva a doença para contar.
Eu vou falar de uma hipoglicemia, pois é uma coisa que me atormenta demais.
Era mais um dia normal, eu acordei, tomei café, fui pra academia, voltei para casa e continuei a minha rotina em um dos meus dias de folga que geralmente se resume a estudar, cuidar de mim e limpar a casa.
Nesse dia eu fui limpar minha casa e estava conversando com algumas pessoas no WhatsApp. Tudo estava normal, eu tinha me alimentado direitinho e estava planejando algumas coisas enquanto eu limpava os móveis e varria a casa. Eu não sei o que aconteceu. Tenho apenas alguns lapsos de memória, Então, vou narrar de acordo com isso.
Pra começar eu não tive sintoma algum, era umas 11 horas da manhã e de vez em quando, eu entrava no quarto para responder algumas mensagens no WhatsApp.
Quando eu estava para terminar de varrer a casa, não lembro mais de nada. Devo ter desmaiado, não sei ao certo se isso aconteceu, mas é bem provável.
Quando eu dei por mim, estava deitada em meio a sujeira, lembro – me de ter apoiado meus braços no chão e de levantar a cabeça e tentar gritar, mas a voz não saía e eu não conseguia me levantar; depois eu já estava próximo à geladeira(não lembro como fiz pra chegar lá) peguei um suco que caiu no chão, mas eu devo ter tomado um pouco, pois consegui reagir.
Logo após já me recordo da parte que eu estava no chão, sentada, escorada na porta do meu quarto e com o celular na mão.
Eu não conseguia ver quase nada, as letras “fugiam” dos meus olhos e eu abri uma conversa com uma amiga. Eu consegui mandar um áudio que eu choro todas as vezes que eu ouço, a minha voz quase não saia, as palavras soltas e um pedido desesperado por socorro, e eu só consegui pedir ajuda por volta de 15:30 horas.
Minha amiga ficou muito nervosa, pois quem me olhasse naquele momento ia achar que eu tinha apanhado de alguém.
Eu estava só de calcinha, meu rosto estava inchado, sujo de sangue, os lábios machucados e tinha sangue espalhado pelo chão da casa e havia suco derramado, ovo quebrado no chão da cozinha. Um cenário de causar desespero mesmo.
Nesse dia, eu devo ter feito a passagem e voltado. Eu não tinha noção ainda, não estava sentido dores e nem havia percebido o inchaço em minha face, mas já sabia que Deus havia decidido não ser a minha hora ainda.
Eu não sei, as vezes, fico pensando na situação de morar sozinha, nas crises, na completa desorientação na hora de uma hipo, os desmaios, as convulsões, os comas, a morte.
As pessoas não sabem do medo diário, eu não consigo acordar sem lembrar que sou diabética, não consigo dormir sem lembrar, eu não consigo esquecer um instante, e isso se torna uma tortura.
As hipóteses surgem o tempo todo em minha vida. E se eu dormir e morrer? E se eu passar mal no trabalho? E se eu desmaiar na rua? E se ninguém souber o que fazer para me ajudar? Eu ando com cartão informativo, com meus insumos, faço dieta , me cuido, mas infelizmente não estou imune as hipoglicemias.
O jeito é confiar em Deus e torcer para que nunca aconteça, e se acontecer, que eu consiga chamar a pessoa certa para me ajudar.
E é isso! Beijinhos diets em todos!
E obrigada a todos que já me ajudaram nessa luta de alguma forma ❤

sábado, 2 de novembro de 2019

O empadinha

Essa história é sobre aquele sexo ruim, crush chato e ranço garantido. Rs Vamos aos fatos! Eu, solteira, livre, leve, solta. Conhecia um rapaz que adorava dar em cima de mim, mas eu nunca dava bola. Eu não gosto muito de homens brancos, muito raro sentir atração por um, sem falar nas decepções que já tive. Não é preconceito, só acho que a atração é necessária e ela quase não acontece comigo nesses casos. Maaaaassss... Eu resolvi sair cm esse carinha. E foi horrível!!! Foi muito, muito ruim mesmo, e eu não vou nem citar detalhes desse dia desastroso. No entanto, o pior veio depois daquela noite traumática, pois a pessoinha se achava “professor do sexo” e começou a me perturbar mandando mensagens do tipo “vamos nos ver novamente”, “eu sei que você gostou” e tal... O lado ruim dessa insistência é que eu não sou baú e mandei logo a real: Falei que o sexo foi ruim, que eu não gostei do papo, do beijo, de nada. Aí ele parou??? Claro que não! A situação só piorou, ele falou que ia ser melhor(como assim? A gente só melhora algo que já foi bom, o que não era o caso) e eu super grossa todas as vezes, até que ele passou a usar novas estratégias do tipo: dizer que ia me visitar, ia levar empadas pra mim 😂😂😂😂 . Detalhe: eu amo empada e pra eu rejeitar a proposta é porque realmente o negócio foi ruim. Eu sou mulher de prioridades. Comida está no topo pra mim 😂😂😂 Brincadeiras a parte, o empadinha foi ruim em todos os sentidos, hoje em dia, eu nunca mais arrisco fazer algo dar certo. Ou começa dando certo , ou eu nem dou bola pro boy. Isso aconteceu na época que eu estava fazendo o teste drive com a bomba de insulina, ainda bem que eu pude testar o sexo usando a bomba com outro, caso contrário, eu teria até desistido dessa bomba.