sábado, 2 de novembro de 2019

O empadinha

Essa história é sobre aquele sexo ruim, crush chato e ranço garantido. Rs Vamos aos fatos! Eu, solteira, livre, leve, solta. Conhecia um rapaz que adorava dar em cima de mim, mas eu nunca dava bola. Eu não gosto muito de homens brancos, muito raro sentir atração por um, sem falar nas decepções que já tive. Não é preconceito, só acho que a atração é necessária e ela quase não acontece comigo nesses casos. Maaaaassss... Eu resolvi sair cm esse carinha. E foi horrível!!! Foi muito, muito ruim mesmo, e eu não vou nem citar detalhes desse dia desastroso. No entanto, o pior veio depois daquela noite traumática, pois a pessoinha se achava “professor do sexo” e começou a me perturbar mandando mensagens do tipo “vamos nos ver novamente”, “eu sei que você gostou” e tal... O lado ruim dessa insistência é que eu não sou baú e mandei logo a real: Falei que o sexo foi ruim, que eu não gostei do papo, do beijo, de nada. Aí ele parou??? Claro que não! A situação só piorou, ele falou que ia ser melhor(como assim? A gente só melhora algo que já foi bom, o que não era o caso) e eu super grossa todas as vezes, até que ele passou a usar novas estratégias do tipo: dizer que ia me visitar, ia levar empadas pra mim 😂😂😂😂 . Detalhe: eu amo empada e pra eu rejeitar a proposta é porque realmente o negócio foi ruim. Eu sou mulher de prioridades. Comida está no topo pra mim 😂😂😂 Brincadeiras a parte, o empadinha foi ruim em todos os sentidos, hoje em dia, eu nunca mais arrisco fazer algo dar certo. Ou começa dando certo , ou eu nem dou bola pro boy. Isso aconteceu na época que eu estava fazendo o teste drive com a bomba de insulina, ainda bem que eu pude testar o sexo usando a bomba com outro, caso contrário, eu teria até desistido dessa bomba.

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