Todo mundo já teve um amor platônico na vida. Acho que ninguém está livre disso, e eu vou falar sobre o meu.
Vou chamá-lo de VDS que é a abreviação de um pedido bem sacana que ele me fez uma vez. Morram de curiosidade aí! rsrs
Começou quando eu tinha 17 anos.
Eu achava aquele cara perfeito. Inteligente, bem humorado, bonito, etc. Mas foi a inteligência dele que chamou mais a minha atenção. Eu ficava pensando: -Pow! Um homem desse deve oferecer as melhores conversas, deve ser uma ótima companhia pra bater papo e tal.
Eu sempre odiei pessoas que não têm uma boa conversa, então eu sempre pensava nisso. Claro que havia outras coisas que me faziam admirá-lo também, mas deixa pra lá.
Eu só o via de longe e nunca falava com ele. Uma vez eu fui assistir uma palestra dele e nesse dia vi ele de perto, e depois acabei mudando de cidade e fiquei bastante tempo sem vê-lo.
Depois de algum tempo (quase oito anos) eu reencontrei ele. Balancei novamente, o motivo ainda era o mesmo. Porém, ele estava bem mais bonito. Estava lindo! Meu Deus, Que homem era aquele? Rs
Após algum tempo consegui o número do VDS e mandei uma msg que tinha a ver com o trabalho dele e tal, só pra puxar conversa mesmo.
Acho que ele gostou de mim, pois salvou meu número e sempre me mandava mensagem.
Nós passamos a nos falar também pessoalmente, alguns flertes, mas nunca passou disso.
Isso já dura cinco anos. Então acho que não vai além. Sim! Nós ainda nos falamos, já encontrei ele em festa, já marcamos encontros que nunca deram certo e por aí vai.
Só sei que eu gosto dessa paixão que se realiza na mente, mas nunca corpo a corpo. Nós ficamos tão super envolvidos nessa paixão virtual, nesse joguinho de sedução por conversas que despertam o desejo mental e que a gente nem pensa em concretizar nada. É tipo aquela história do "vamo marcar" que nunca é marcado kkkk
Ahhhh... mas tem dias que dá vontade sim, ele atiça muito, mexe com meu psicológico, fala aquelas putarias que todo mundo gosta, dá tesão e eu fico morta de desejo por ele. Fico pensando que ele deve adorar me deixar assim, pq é óbvio que ele sabe que mexe comigo, caso contrário, nem perderia o tempo dele mandando mensagem e me atiçando pra nada, né?
Essa semana mesmo, ele já mandou msg e eu passei horas após a conversa imaginando como seria tê-lo. No entanto, por enquanto, eu prefiro deixar esse romance só na minha mente, tô evitando novas decepções, pq de altos e baixos já basta a glicemia!
Beijos amores! ❤
domingo, 6 de outubro de 2019
domingo, 22 de setembro de 2019
Vamos falar sobre recomeços?
Primeiro, foco no Diabetes!
Ter diabetes é recomeçar todas as manhãs, pode ser ao cair da noite também, não importa, pode ser até agora enquanto vc está lendo esse texto.
Ter diabetes é saber que vc vai falhar, é saber também que vc não pode desistir, mesmo errando.
O diabetes é uma montanha russa, tudo interfere no controle, e temos que estar sempre preparados para as oscilações glicêmicas e precisamos, ainda, ficar atentos àquilo que ocasionou essas oscilações e só assim nos permitir as correções e os recomeços.
No amor é a mesma coisa. Se vc está em um relacionamento, deve estar disposto a recomeçar, e mesmo quando há rupturas nesse relacionamento, o recomeço também não deve ser ignorado, a não ser que seja uma escolha sua.
Depois da última desilusão que tive, em meio à uma crise de choro no banheiro, eu fiquei me perguntando o porquê de só aparecer gente errada na minha vida. Aquele cansaço, a exaustão, a vontade de desistir de vez.
Se o amor chega para os distraídos, então eu devo ser uma pessoa extremamente atenciosa, porque não é possível que esse cupido só faça "merda".
Não é que eu não seja feliz sozinha, é que às vezes eu sinto falta de uma companhia no sábado à noite pra assistir um filme, ou no almoço de domingo só pra rir e depois deitar em uma rede e ver o dia passando.
A verdade é que a solidão tem consumido muitos sentimentos dentro de mim e eu tenho medo de chegar a hora certa e eu não conseguir mais libertar meu coração desses muros que tenho construído ao longo de todo esse tempo.
O que eu queria era que existisse um botãozinho pra "gente" apertar e parar de amar, ou para começar amar alguém. Porém, ele não existe. Então, o jeito é confiar e acreditar que em algum momento o universo vá conspirar a nosso favor.
E no meio dessa bagunça toda de términos e decepções que nunca desistamos de recomeçar.
Beijos diets em todos ❤
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Um turbilhão de sentimentos
Olá, amores!
Confesso que eu demorei para postar esse texto.
Quando minha glicemia fica alta, geralmente, eu fico muito triste. Sinto falta dos amigos, ao mesmo tempo que não quero ninguém por perto.
Dá vontade de chorar, eu fico com raiva, a voz das pessoas me estressa, qualquer comportamento de outra pessoa me faz sentir raiva, etc.
O problema sou eu. Eu sei! E eu procuro controlar o máximo que posso. Então, em um dia de hiperglicemia eu escrevi a postagem de hoje.
Desfrutem dela 😘
É muito bom amar, ser correspondido, exalar cuidados e mimos a outra pessoa.
Eu sempre procurei alguém que me amasse e que fosse do "jeitinho que eu imaginei". Porém isso não acontece!
Eu descobri muitas coisas com minhas frustrações amorosas.
Percebi que amar alguém não está só relacionado a cuidados, parceria e afeto.
O amor transcende td isso.
Amar é dialogar, é sentir saudade do cheiro da pessoa, mesmo ela tendo acabado de sair de perto. Amar é ouvir sobre assuntos aleatórios e não se importar se é uma coisa que vc não gosta. Amar é não achar ruim ficar ao lado da pessoa mesmo estando os dois em silêncio, e mesmo que nem um dos dois faça ou diga nada, vc desejar passar o dia inteiro ali.
O amor tem mais a ver com as coisas simples que vc coleciona no dia-a-dia do que com o que vc almeja ao longo do tempo.
Quando vc ama uma pessoa, ela pode ter todos os defeitos do mundo e vc vai ver que nenhum deles é capaz de fazer vc sentir menos do que vc sente, pois vc se apaixona pela essência da pessoa e não pelo padrão que existia dentro de sua cabeça.
Não é cor, não é tamanho, não é idade. O amor é o encontro de almas, corpos e mentes!
Amar é ser a paz, a alegria e o cais do seu parceiro e vice-versa.
Beijos diets em todos ❤
Confesso que eu demorei para postar esse texto.
Quando minha glicemia fica alta, geralmente, eu fico muito triste. Sinto falta dos amigos, ao mesmo tempo que não quero ninguém por perto.
Dá vontade de chorar, eu fico com raiva, a voz das pessoas me estressa, qualquer comportamento de outra pessoa me faz sentir raiva, etc.
O problema sou eu. Eu sei! E eu procuro controlar o máximo que posso. Então, em um dia de hiperglicemia eu escrevi a postagem de hoje.
Desfrutem dela 😘
É muito bom amar, ser correspondido, exalar cuidados e mimos a outra pessoa.
Eu sempre procurei alguém que me amasse e que fosse do "jeitinho que eu imaginei". Porém isso não acontece!
Eu descobri muitas coisas com minhas frustrações amorosas.
Percebi que amar alguém não está só relacionado a cuidados, parceria e afeto.
O amor transcende td isso.
Amar é dialogar, é sentir saudade do cheiro da pessoa, mesmo ela tendo acabado de sair de perto. Amar é ouvir sobre assuntos aleatórios e não se importar se é uma coisa que vc não gosta. Amar é não achar ruim ficar ao lado da pessoa mesmo estando os dois em silêncio, e mesmo que nem um dos dois faça ou diga nada, vc desejar passar o dia inteiro ali.
O amor tem mais a ver com as coisas simples que vc coleciona no dia-a-dia do que com o que vc almeja ao longo do tempo.
Quando vc ama uma pessoa, ela pode ter todos os defeitos do mundo e vc vai ver que nenhum deles é capaz de fazer vc sentir menos do que vc sente, pois vc se apaixona pela essência da pessoa e não pelo padrão que existia dentro de sua cabeça.
Não é cor, não é tamanho, não é idade. O amor é o encontro de almas, corpos e mentes!
Amar é ser a paz, a alegria e o cais do seu parceiro e vice-versa.
Beijos diets em todos ❤
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Sinto que finalmente chegou ao fim
Sinto que finalmente chegou ao fim.
Aquela paixão intensa pelo o embuste fui deixando de nutrir.
Foi passando...
A dor foi aliviando, o coração entrou no ritmo, a alma deixou de ir por caminhos imaginários e voltou a realidade.
Acabou!
Acabou a tortura das noites sem sono.
Acabou o pensamento concentrado o dia todo em uma única pessoa.
E eu estou feliz.
Feliz por não ter recebido o que eu esperava, pois nem sempre teremos td que queremos. Foi lição!
Feliz por ter exposto tudo o que eu senti. Foi alívio!
Feliz por estar aberta ao novo.
Sou esperança!
Regue o que for digno de florescer! ❤
Aquela paixão intensa pelo o embuste fui deixando de nutrir.
Foi passando...
A dor foi aliviando, o coração entrou no ritmo, a alma deixou de ir por caminhos imaginários e voltou a realidade.
Acabou!
Acabou a tortura das noites sem sono.
Acabou o pensamento concentrado o dia todo em uma única pessoa.
E eu estou feliz.
Feliz por não ter recebido o que eu esperava, pois nem sempre teremos td que queremos. Foi lição!
Feliz por ter exposto tudo o que eu senti. Foi alívio!
Feliz por estar aberta ao novo.
Sou esperança!
Regue o que for digno de florescer! ❤
terça-feira, 3 de setembro de 2019
💔
A fase "apaixonadinha" tem sido dose.
Eu odeio ficar pensando em coisas que eu sei que são improváveis e enquanto muitos amam curtir um sofrimento, ficam na bad e tal, eu gosto mesmo é de esquecer.
Claro que volta e meia eu cometo um deslize e qnd percebo já estou compartilhando coisas a respeito do meu "boy" com minha confidente no what.
Mas tirando isso, eu procuro sempre ocupar minha cabeça com o trabalho, estudo, projetos ou então eu venho aqui no Blogger aliviar todo esse furacão que tem dentro do meu peito.
Eu já disse que eu não nasci pra correr atrás de ninguém, sou mulher pra estar ao lado ou na frente, nunca atrás. E isso não é orgulho não, viu. Isso é amor próprio.
Tu já pensou a humilhação que é correr atrás de um homem e ele te ignorar? Eu morro de vergonha... As vezes, eu até tento, aí a pessoa me trata friamente, eu já mando aquele "vá tomar no cu" mentalmente, desligo a internet, coloco o celular no silencioso, vou ler um livro ou então coloco uma música bem animada pra afastar o sentimento de derrota.
Talvez eu já tenha perdido muitas pessoas por causa desse meu jeito. Porém, eu já tive meu lado "boba" despedaçado, eu já tive meu coração partido em mil pedacinhos por acreditar que uma pessoa merecia que eu fosse atrás, que eu aceitasse os desaforos.
Amores, ninguém merece!
Porém, amor, paixão, "fogo de palha", ou seja lá o que for, foi feito para ser vivido, não tem porque guardar, mas isso não significa que vc deva se humilhar. Vamos separar bem as coisas.
Foda-se se já machucaram seu coração. Continue deixando ele aberto para o novo, vc não precisa construir muros por causa de uma decepção, vc só precisa ser mais cuidadoso.
Eu me tornei uma pessoa muito fria depois das muitas decepções, mas qnd eu sinto que é amor, eu escancaro as portas do meu coração, e não me arrependo nunca. Eu estou apenas vivendo, e isso é bom.
Agora, por exemplo, eu estou vivendo uma paixão não correspondida, mas eu a estou vivendo intensamente, e isso me faz bem.
É um sinal de que eu estou viva, que eu ainda tenho sentimentos, que sou um ser humano.
Gosto de me sentir assim, não por causa do sofrimento, mas porque eu gosto de me sentir viva.
Eu nunca comemorava qnd eu ficava com alguém e não me apaixonava, mas juro que vibrei qnd senti meu coração derretendo por alguém novamente.
Se isso não é um bom sinal, eu não sei o que pode ser. Rs
Eu sempre brinco dizendo que eu não tenho sentimentos, mas eu tenho sim. Quem me conhece sabe. Só não gosto de mostrar para qualquer pessoa.
Mas Seriozão, vamos parar de histórias e vamos amar mais. Ame o filho, a mãe, o pet, o namorado, o amigo, seja lá quem ou o que for, ame!
Sejamos mais amor em tempos em que a frieza está alcançando plateias e os corações têm sido amordaçados.
Bjs doces ❤
Eu odeio ficar pensando em coisas que eu sei que são improváveis e enquanto muitos amam curtir um sofrimento, ficam na bad e tal, eu gosto mesmo é de esquecer.
Claro que volta e meia eu cometo um deslize e qnd percebo já estou compartilhando coisas a respeito do meu "boy" com minha confidente no what.
Mas tirando isso, eu procuro sempre ocupar minha cabeça com o trabalho, estudo, projetos ou então eu venho aqui no Blogger aliviar todo esse furacão que tem dentro do meu peito.
Eu já disse que eu não nasci pra correr atrás de ninguém, sou mulher pra estar ao lado ou na frente, nunca atrás. E isso não é orgulho não, viu. Isso é amor próprio.
Tu já pensou a humilhação que é correr atrás de um homem e ele te ignorar? Eu morro de vergonha... As vezes, eu até tento, aí a pessoa me trata friamente, eu já mando aquele "vá tomar no cu" mentalmente, desligo a internet, coloco o celular no silencioso, vou ler um livro ou então coloco uma música bem animada pra afastar o sentimento de derrota.
Talvez eu já tenha perdido muitas pessoas por causa desse meu jeito. Porém, eu já tive meu lado "boba" despedaçado, eu já tive meu coração partido em mil pedacinhos por acreditar que uma pessoa merecia que eu fosse atrás, que eu aceitasse os desaforos.
Amores, ninguém merece!
Porém, amor, paixão, "fogo de palha", ou seja lá o que for, foi feito para ser vivido, não tem porque guardar, mas isso não significa que vc deva se humilhar. Vamos separar bem as coisas.
Foda-se se já machucaram seu coração. Continue deixando ele aberto para o novo, vc não precisa construir muros por causa de uma decepção, vc só precisa ser mais cuidadoso.
Eu me tornei uma pessoa muito fria depois das muitas decepções, mas qnd eu sinto que é amor, eu escancaro as portas do meu coração, e não me arrependo nunca. Eu estou apenas vivendo, e isso é bom.
Agora, por exemplo, eu estou vivendo uma paixão não correspondida, mas eu a estou vivendo intensamente, e isso me faz bem.
É um sinal de que eu estou viva, que eu ainda tenho sentimentos, que sou um ser humano.
Gosto de me sentir assim, não por causa do sofrimento, mas porque eu gosto de me sentir viva.
Eu nunca comemorava qnd eu ficava com alguém e não me apaixonava, mas juro que vibrei qnd senti meu coração derretendo por alguém novamente.
Se isso não é um bom sinal, eu não sei o que pode ser. Rs
Eu sempre brinco dizendo que eu não tenho sentimentos, mas eu tenho sim. Quem me conhece sabe. Só não gosto de mostrar para qualquer pessoa.
Mas Seriozão, vamos parar de histórias e vamos amar mais. Ame o filho, a mãe, o pet, o namorado, o amigo, seja lá quem ou o que for, ame!
Sejamos mais amor em tempos em que a frieza está alcançando plateias e os corações têm sido amordaçados.
Bjs doces ❤
sábado, 31 de agosto de 2019
Embuste ♡ 02
Amores, hoje eu tô bem deprê.
Glicemia sambou na minha cara esses dias e eu fico bem triste, dá vontade de jogar td pro alto. Nao é a primeira vez que acontece e eu não desisto pq eu já passei por isso outras vezes. Então tá tranquilo!
Mas o assunto de hj não é hipoglicemia. Ainda é aquela paixão que me deixou completamente desestruturada e que eu carinhosamente chamo de Embuste ♡.
Sabe quando vc está completamente apaixonada e não consegue se interessar por mais ninguém? Legal né? Hahaha... Não para mim. Isso só seria bom se o amor fosse correspondido, mas e quando não é???
Cara, é muito frustrante. Vc vê beleza em outra pessoa, mas não sente atração, o diálogo acontece com outro, porém é desmotivante mantê-lo. Essas coisas sabe?
Eu nunca tinha passado por isso e não sei se o fato da maturidade influi, não sei se a "porrada" que o coração acabou de levar faz com que eu me feche pra novos "amores", não sei se foi o fato de eu ter ficado tanto tempo sozinha, nao sei se é o medo que uma nova decepção aconteça, não sei, não sei mesmo.
Acho que eu nunca tinha estado tão perdida.
Não existe tristeza, mas existe um vazio muito grande e isso dói.
Talvez essa história de metade da laranja e tampa da panela não aconteça comigo, porque toda vez tem algo que atrapalha.
Seja a distância, ou não ser correspondida, ou o cara ser casado.
Já deu vontade de ir atrás, mas o orgulho não deixa e eu juro que eu só queria ficar abraçada a ele agora e mais nada.
A verdade é que dá até vontade de desistir desse tal AMOR.
Eu já não tenho mais paciência, então eu só espero que o dia acabe logo e que amanhã eu esteja com o sorriso largo no rosto e uma vontade enorme de lutar, de viver e de amar.
Desculpem a melancolia de hoje! Glicemia oscilando muito 47, 32 e agora 62mg/dl 💔
Até a próxima!!! 😙
Glicemia sambou na minha cara esses dias e eu fico bem triste, dá vontade de jogar td pro alto. Nao é a primeira vez que acontece e eu não desisto pq eu já passei por isso outras vezes. Então tá tranquilo!
Mas o assunto de hj não é hipoglicemia. Ainda é aquela paixão que me deixou completamente desestruturada e que eu carinhosamente chamo de Embuste ♡.
Sabe quando vc está completamente apaixonada e não consegue se interessar por mais ninguém? Legal né? Hahaha... Não para mim. Isso só seria bom se o amor fosse correspondido, mas e quando não é???
Cara, é muito frustrante. Vc vê beleza em outra pessoa, mas não sente atração, o diálogo acontece com outro, porém é desmotivante mantê-lo. Essas coisas sabe?
Eu nunca tinha passado por isso e não sei se o fato da maturidade influi, não sei se a "porrada" que o coração acabou de levar faz com que eu me feche pra novos "amores", não sei se foi o fato de eu ter ficado tanto tempo sozinha, nao sei se é o medo que uma nova decepção aconteça, não sei, não sei mesmo.
Acho que eu nunca tinha estado tão perdida.
Não existe tristeza, mas existe um vazio muito grande e isso dói.
Talvez essa história de metade da laranja e tampa da panela não aconteça comigo, porque toda vez tem algo que atrapalha.
Seja a distância, ou não ser correspondida, ou o cara ser casado.
Já deu vontade de ir atrás, mas o orgulho não deixa e eu juro que eu só queria ficar abraçada a ele agora e mais nada.
A verdade é que dá até vontade de desistir desse tal AMOR.
Eu já não tenho mais paciência, então eu só espero que o dia acabe logo e que amanhã eu esteja com o sorriso largo no rosto e uma vontade enorme de lutar, de viver e de amar.
Desculpem a melancolia de hoje! Glicemia oscilando muito 47, 32 e agora 62mg/dl 💔
Até a próxima!!! 😙
domingo, 25 de agosto de 2019
Bomba de infusão de insulina e o sexo
Olá, pessoas!
Tema nada romântico, mas que já fez parte da minha vida e que eu, é claro, aproveitei pra testar com o "boy". Não me perguntem quem!
Foi a chamada bomba de infusão de insulina que é quase um pâncreas artificial.
A bomba de insulina é um equipamento pequeno que distribui insulina 24 horas do dia para o organismo através de uma cânula e um catéter que fica preso na pele.
Foi um dos melhores tratamentos que já experimentei ao longo desses 13 anos sendo diabética. Essa "bombinha" ❤ me fez obter um excelente resultado no controle glicêmico.
Aconteceu assim: Eu entrei em contato com uma empresa que vende o equipamento e eles me permitiram fazer um "teste drive" de um mês com essa bomba, e eu aproveitei para fazer tudo que eu podia com ela.
Eu queria vivenciar todas as experiências possíveis, pois não sei se algum dia poderei usar novamente.
Então, eu mandei msg pra um boyzinho que eu não ficava a algum tempo, mas ue sabia que não iria dizer não pra mim, mas eu só queria mesmo era fazer sexo usando a bomba para saber como é. Na verdade, era quase um fetiche. Sei lá 😂😂
Pois bem! Marcamos de nos ver e na primeira transa eu fiquei sem roupa com a bomba na cama com o catéter no meu corpo e a bomba ligada a ele através de uma cânula não muito comprida, então tinha que calcular cada movimento, pois se não tivesse cuidado poderia me machucar e acabar arrancando o catéter.
Foi meio ruim, principalmente, pela preocupação do boy (ele estava bem mais preocupado que eu) e também porque não podíamos fazer muitas coisas, nem sequer sair da cama, chuveiro nem pensar! Mas deu td certo, porém foi um tédio. Muito monótono.
Na segunda vez (Sim! Foram 2 transas) eu tirei a bomba e deixei só o catéter, aí o sexo fluiu, mas a bomba tem o limite máximo de 2 horas de suspensão, ou seja, ela pode ficar fora do corpo só até duas horas de tempo. Pois então! O sexo estava muito bom, cama, sofá, banheiro, e nem percebemos o tempo passando. De repente... Algo apitou, depois de um tempo de novo e de novo... Aí não teve jeito. Tivemos que parar tudo para eu reativar a bomba -essa sacana, empata foda. 😂😂
Kkkkkkkkk
Só sei que a bomba atrapalhou, mas valeu pela experiência. Quero novamente.
Bjsss!!!!!!!
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
Hipoglicemia? Sim! E o crush? sumiu!
Oiiiiii, meus docinhos diets ou não. Rs
Hj eu vim falar de algumas situações inusitadas que já aconteceram durante a hipoglicemia (queda de açúcar no sangue). A hipoglicemia apresenta vários sintomas e os mais recorrentes são: sudorese, confusão mental, irritabilidade, mudança de comportamento, dentre outros.
Há ainda as convulsões, os desmaios, o coma e a morte (esses nós torcemos todos os dias para que não aconteçam).
Isso mesmo! Morte! A hipoglicemia é o momento que o diabético sente o cheiro da morte, é um estado de hipnose total e é um risco muito grande para nós docinhos.
Eu já fiz muitas coisas durante as hipoglicemias que na hora da crise são aterrorizantes, mas depois viram motivo de gozação mesmo.
Vou contar algumas.
A primeira hipo fora do hospital foi a que eu relatei na história do M.V. Porém, eu acumulo muitas outras no meu currículo. Tantas que já quase não apresento os sintomas -são as chamadas crises assintomáticas.
Eu sempre compartilho minhas experiências a partir do que as pessoas me contam, pois na maioria das vezes, eu não lembro o ocorrido. Rs
Certa vez eu passei mal em casa com minhas 3 amigas que moravam comigo. Neste dia eu estava com um boyzinho e ele sabia da minha condição, mas na hora ele chamou as minhas amigas pra me socorrer. Eu mordi ele e ficou uma marca horrível que ele ainda tem e olha que já faz mais de 2 anos. Ele ficou putaço, mas enfim...
Eu não lembro de nada mesmo, então só podia pedir desculpas pelo ocorrido.
Outra vez eu tinha separado açúcar com hidratante pra fazer uma esfoliação facial, aí deitei e passei mal. Adivinhem o que minhas amigas me deram? Kkkk O hidratante com açúcar!
E o pior foi que eu comi sem reclamar, eu perco a noção geral, gente!
Eu tenho pesadelos, eu não sinto dores (já me machuquei várias vezes) mordi a língua, caí, bati, empurrei os outros, etc.
As vezes eu fico bem calminha, sonolenta, sorridente, adorável, fico querendo abraçar todo mundo. rsrs
E outras vezes eu fico super irritada, xingo, empurro, chamo palavrão, trinco os dentes para não comer e às vezes acabo mordendo a língua por causa disso, etc...
Em outra situação aconteceram estes fatos que são relatados por uma das pessoas que vivenciou tais fatos:
"Mas é isso!Eu só lembro que tu passou a tarde toda no teu quarto e levantou quando o vento bateu a porta da cozinha, depois tu voltou pro quarto e td quando deu o horário deu ir limpar a casa te vi morrendo no quarto e mandei as meninas irem te socorrer. Quando eu entrei a primeira vez tu tava dormindo, mas provavelmente já tava querendo fazer a passagem. Quando eu entrei pra passar pano tu já tava suada e se babando, aí eu chamei as meninas e elas entraram no quarto com o cu que não passa uma agulha kkkkkk
Aí eu pedi pra Lilia pegar um bombom que tava no meu guarda-roupa e não tava dando muito resultado, aí mandei elas te darem açúcar e eu continuei limpando a casa. Aí a Evely jurou que tu ia morrer nos braços dela kkkkkkk tava quase chorando tadinha, aí tu não tava voltando de jeito nenhum. Foi quando eu terminei de arrumar a casa e fui ver como tava a situação, aí tu olhava e fechava os olhos de novo e ficou nisso até o açúcar fazer efeito. Aí eu liguei pra tua irmã, e as meninas falando que tu ia brigar e eu continuei ligando. Aí ela falou que era pra ligar pro SAMU pq o teu cunhado tinha acabado de sair e ela não sabia se ia demorar pra voltar.
Aí eu falei pras meninas colocarem uma roupa em ti (Sim, tu estava pelada), pq eu ia ligar pro SAMU. Liguei e eles passaram uma vida pra chegar, e quando chegaram tu já tava um pouco mais consciente e eles ainda queriam ensinar a gente a rezar uma missa. Tivemos uma pequena "discussão" com os socorristas pq pra eles estava errado a forma que tu ensinou a gente pra te manter viva, aí eles perguntaram se tu queria ir e tu disse que não. E tinha um socorrista lindoooooo e tu perdeu a oportunidade de ser carregada por ele. (Poxinhas - grifo meu)kkkkkkkkk
Depois que eles foram embora tu voltou a vida, eu disse pra tu tomar um banho. E te chamei pra lanchar e a gente foi te contar a história".
Nesse dia eu fui dar uma volta em Nárnia.
Diabetes não é só dieta, alimentação e exercício. Existe um "mundão" de coisas que muita gente não sabe.
A realidade é dura, mas somos fortes o bastante para driblar e tratar com humor todas essas situações inusitadas que as hipoglicemias nos proporcionam.
Bj diet em todos!
domingo, 18 de agosto de 2019
Intensa até no desapego - Embuste ♡ 01
Oi, amores!
Hj eu vim pra falar de uma paixão intensa que passou rápido pela minha vida, mas que deixou uma bagunça danada no meu coração.
Eu estava há muito tempo curtindo a solidão, estava solteira e gostava muito disso. Ficava sem compromisso e pronto!
Eu tinha certeza que agora estava no comando e que eu só iria me apaixonar se eu quisesse.
Fazia muito tempo que eu havia me tornado uma pessoa fria que separava muito bem razão e coração. Porém, o amor nos prega muitas peças, não é? E eu acabei me apaixonando novamente.
Foi tudo muito rápido, eu nem percebi, e quando notei, eu tentei negar o que eu estava sentido.
Eu já admirava esse carinha há um tempo, ele não é tão bonito (apesar de eu achar ele perfeito) e é bem mais velho que eu. Mas eu observei outras coisas nele que não têm nada a ver com físico, com o externo.
Nós nos falávamos pelo insta e eu adorava cada reação ao meu story, cada comentário, amava tudo. É claro que eu estava me perdendo no amor de maneira tão sutil que eu nem via o que estava acontecendo, e eu nem sequer tinha esperança de ficar com ele.
Até que um belo dia eu fiz um bolo (foi bem engraçado).
Foi assim: Eu postei a foto no story do Instagram, ele reagiu, ficamos conversando pelo direct, até que resolvemos nos ver... Ele foi experimentar o bolo (sem segundas intenções rs). E eu sabia que eu iria me apaixonar.
Então, ele foi na minha casa, nós conversamos, ficamos e eu já avisei pro meu coração ir cm calma, mas ele não me ouviu. Parece que eu ouvi meu coração dizendo: -Que lindo, Elen! Achei alguém que não te quer, vou me apaixonar.
Eu só sei que eu senti uma conexão tão forte cm esse homem, algo que eu jamais havia sentido por ninguém. Na hora do beijo, quando ele me tocou, me olhou e me abraçou.
Na verdade, eu acho que já estava completamente apaixonada, só não admitia.
Foi simplesmente perfeito esse primeiro encontro!
Não foi o melhor homem, nem o melhor beijo, mas foi a melhor conversa, o melhor abraço, a melhor sintonia que, infelizmente, só aconteceu comigo. Pois é! A capriconiana apaixonada fazendo o papel de trouxa mais uma vez. Nesse dia eu nem consegui dormir direito. Aí comecei a pensar nele mais que o habitual.
Nós sempre nos falávamos, ele era extremamente gentil e atencioso. Parecia que eu o conhecia a minha vida inteira, no entanto, eu tinha muito medo do que poderia acontecer.
Eu sabia que era amor, pois eu não respondia mais os “Oi sumida”, abandonei os contatinhos. Eu só queria ele! O Di(lembram dele?) Chegou a ir na minha casa, me ligou, mandou msg dizendo que queria me ver, e eu disse não -primeira vez na vida.
O Di adora fazer isso, para o Di eu não posso ter ninguém. Então ele faz questão de atrapalhar mesmo.
Como ele sabia? Bem, ele já havia mandado msg e eu falei pra ele que eu estava gostando de outra pessoa, mas que era algo meio que impossível, mas é claro que ele não acreditou e com toda razão. Eu também falei pro Di que só o fato de estar gostando de outro já era motivo suficiente para não vê-lo. Ele, é claro, não satisfeito, ficou perturbando, me ligando de dentro do carro que estava estacionado na frente da minha casa. Então, pedi pra minha amiga Vany que estava em minha casa neste dia, dizer que eu estava ocupada e que não podia atender. O Di ficou com ódio. Mas enfim...
...Eu nunca tive sorte no amor, eu sou fechada, eu só sei chorar sozinha no meu quarto, não consigo falar o que eu sinto para ninguém. Eu sempre prefiro a solidão.
Mas eu tentei falar para ele sobre o que estava acontecendo comigo, falei o que eu estava sentido, falei o que eu precisava fazer para organizar a bagunça que tinha no meu coração. E ele? Ahhhh! Ele foi embora! Pois é! Ele preferiu ficar longe (doeu! Mas ninguém é obrigado né,amores?).
“O romance” que nem havia começado teve um fim. Porém, eu continuo gostando dele, ainda sinto a minha pele arrepiar quando lembro do beijo, do abraço, do olhar, do sorriso... Eu sei que ele não teve a intenção de me magoar, ou teve! Não sei! Não perdi tempo pensando nessas coisas.
E eu também não sei o que ele sentiu por mim e eu não me senti no direito de perguntar. Nunca fui invasiva e por isso, eu torcia muito pra ele deixar um espacinho, pra ele mandar uma msg, pra eu comentar sobre o assunto, sei lá! Eu tinha esperança que ele sentisse o mesmo que eu estava sentido.
Mas eu não sei! Eu simplesmente não sei o que ele sentiu. Então prefiro acreditar que não sentiu nada, que a paixão era só minha. Assim, fica mais fácil de esquecer.
E eu espero que algum dia apareça outra pessoa que eu possa gostar com a mesma maturidade e intensidade com a qual eu gostei desse cara.
Eu ainda mandei msg pra ele, que é claro, nunca serão respondidas. Aquele bloqueio(graças a Deus).
Passou a sexta, o sábado e o domingo e na segunda-feira coloquei um salto-alto, escolhi a melhor roupa, juntei meu amor-próprio e segui em frente, porque ninguém é obrigado a mendigar por amor.
Nós somos tão capazes de conquistar, de crescer e de sermos felizes, sozinhos ou não. Acredite em mim! Eu já vivenciei os dois lados, e hoje, se me negam o amor, eu deixo ir para que outro chegue, e se não chegar, eu estarei feliz com o melhor e mais belo sorriso. Porque não é o outro, eu é que sou a responsável pela minha felicidade.
O que eu aprendi com essa paixão? Muitas coisas! Inclusive, aprendi a pedir todos os dias a proteção divina pela vida de alguém que eu mal conheço, torcer para que a pessoa sempre esteja bem e orar pela felicidade dela.
Como ficou meu emocional? Hahaha ficou uma bosta. Várias hipoglicemias, insônia (agora são 3:34 da manhã) estresse, irritação e o controle glicêmico foi pro ralo.
Mas valeu a pena. Eu faria tudo novamente, mesmo sabendo o final dessa história.
Ainda estou tentando me recuperar e controlar a glicemia, mas tudo está melhor. Acho que eu nunca tinha aceitado tão bem um fim, um sofrimento, uma dor. Eu fui mais feliz em um mês do que eu tinha sido a minha vida toda estando apaixonada. Parece que esse homem só veio para mudar a concepção que eu tinha sobre como gostar de alguém.
A rapidez do romance foi bem parecida com o sofrimento. Fiquei triste, chorei, me perguntei pq eu tinha me apaixonado por essa “desgraça”. Passou o primeiro, o segundo dia, a primeira semana e quando chegou na segunda semana, eu chamei meu coraçãozinho e disse: -Sofra por quem te ama. Aliás, se lhe amar, não te fará sofrer.
E segue o baile!
Depois do desprezo recebido o que eu fiz? Deixei pra lá kkk... “Seriozão” gente, eu não nasci pra ser rejeitada por ninguém e se a pessoa usar essa técnica pra me ter aos pés dela, no máximo, ela vai se deparar com uma pessoa fria.
O meu espelho já me viu chorar muitas vezes, mas os homens que passaram na minha vida, não. Esse prazer, eles nunca vão ter.
E eu choro muito qnd algo na minha vida sai errado, qnd alguém que eu gosto sai da minha vida. Eu sofro mesmo! E eu até curto esse meu sofrimento, pq eu sei que quando ele terminar, já era!
O sofrimento pode durar dias e até semanas e esse tempo é suficiente para eu me reerguer. Daí em diante, eu posso continuar gostando da pessoa, porém, nada do que ela faça, intencionada, ou não, irá me atingir.
Se um dia vai acontecer o contrário, ou se eu vou mendigar carinho e atenção de alguém, se eu vou encontrar a pessoa certa, não sei. Só sei que sou intensa em tudo e não vou me esvaziar para caber no mundo de ninguém.
Eu ainda vejo ele, mas consigo separar tudo. A paixão adormeceu e ele se tornou o alguém que me rejeitou e só.
Nada de ressentimentos, raiva ou coisa parecida. Agora ele é só mais um dentre os que me fizeram bem, mas por algum motivo tiveram que partir.
Foi rápido, foi intenso, foi a melhor experiência que eu tive.
E antes que alguém me julgue pela rapidez. Eu acredito que o amor é a intensidade do sentir e não o tempo.
Bjs, amores! ❤
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
M.V: O fim 💔
Para terminar de vez a história com o M.V contarei como tudo acabou.
Bom, eu e o M.V vivíamos um relacionamento aberto, e ele sabia tudo de mim.
Ahhhhh... E eu rejeitei uma proposta de namoro do M.V antes da gravidez e depois que tive o Emanuel eu pedi ele em namoro e ele é que não quis mais. Rs
Tá bom! Eu sei que eu mereci esse não 😂
Nas redes sociais eu sempre marcava ele em publicações, fotos e tal, e ele fazia o mesmo comigo. Eu ia na casa dele, conheci os pais dele ele conhecia os meus, íamos para o terreno dos pais dele e era bem legal.
Eu não cobrava nada dele e ele tbm não cobrava de mim.
Mas um certo dia, comecei a receber msg no face de uma garota(a penúltima, a final)rsrs perguntando sobre o tipo de relação existente entre eu e o M.V. É claro que eu falei que éramos amigos, mas é óbvio que eu corri para perguntar quem era essa tal garota para o M.V. Ele disse que não conhecia. Porém, após um ano, a bomba: Eu recebi uma msg do M.V falando dessa mesma garota, dizendo que eles iriam se casar e que ela estava chegando no Amapá naquele mesmo dia.
E eu, é claro, fiquei arrasada!
Chorei, me senti a pessoa mais idiota do mundo.
Pra mim foi a pior traição pq eu contava todos os meus segredos para ele e ele estava me escondendo isso o tempo todo.
Depois disso, eu fiquei muito tempo sem falar com ele, mas agora (2019) conversamos normalmente e eu torço muito para que ele seja feliz.
Eu nunca vou esquecer das vezes que ele ia para minha casa ou eu ia para a casa dele qnd eu passava mal das crises de hipoglicemia ou hiperglicemia e ele só fazia cuidar de mim.
Ele foi o melhor amigo e companheiro da minha vida em relação ao diabetes, pois ele me salvou muitas vezes.
Ele me ligava de madrugada, de manhã cedo só para saber se eu estava bem, se eu havia acordadado bem, se não tinha passado mal. Ele era um amor.
Ironicamente, hj é o aniversário dele. Rs
Não foi planejado a postagem, mas enfim...
Espero que um dia ele leia isso que eu escrevi e saiba que eu sou muito grata a ele. ❤
E é isso! A história cm o M.V não teve final feliz igual nos contos de fada.
Atenção: tem romance novo no próximo post.
Bjs, amores!
Bom, eu e o M.V vivíamos um relacionamento aberto, e ele sabia tudo de mim.
Ahhhhh... E eu rejeitei uma proposta de namoro do M.V antes da gravidez e depois que tive o Emanuel eu pedi ele em namoro e ele é que não quis mais. Rs
Tá bom! Eu sei que eu mereci esse não 😂
Nas redes sociais eu sempre marcava ele em publicações, fotos e tal, e ele fazia o mesmo comigo. Eu ia na casa dele, conheci os pais dele ele conhecia os meus, íamos para o terreno dos pais dele e era bem legal.
Eu não cobrava nada dele e ele tbm não cobrava de mim.
Mas um certo dia, comecei a receber msg no face de uma garota(a penúltima, a final)rsrs perguntando sobre o tipo de relação existente entre eu e o M.V. É claro que eu falei que éramos amigos, mas é óbvio que eu corri para perguntar quem era essa tal garota para o M.V. Ele disse que não conhecia. Porém, após um ano, a bomba: Eu recebi uma msg do M.V falando dessa mesma garota, dizendo que eles iriam se casar e que ela estava chegando no Amapá naquele mesmo dia.
E eu, é claro, fiquei arrasada!
Chorei, me senti a pessoa mais idiota do mundo.
Pra mim foi a pior traição pq eu contava todos os meus segredos para ele e ele estava me escondendo isso o tempo todo.
Depois disso, eu fiquei muito tempo sem falar com ele, mas agora (2019) conversamos normalmente e eu torço muito para que ele seja feliz.
Eu nunca vou esquecer das vezes que ele ia para minha casa ou eu ia para a casa dele qnd eu passava mal das crises de hipoglicemia ou hiperglicemia e ele só fazia cuidar de mim.
Ele foi o melhor amigo e companheiro da minha vida em relação ao diabetes, pois ele me salvou muitas vezes.
Ele me ligava de madrugada, de manhã cedo só para saber se eu estava bem, se eu havia acordadado bem, se não tinha passado mal. Ele era um amor.
Ironicamente, hj é o aniversário dele. Rs
Não foi planejado a postagem, mas enfim...
Espero que um dia ele leia isso que eu escrevi e saiba que eu sou muito grata a ele. ❤
E é isso! A história cm o M.V não teve final feliz igual nos contos de fada.
Atenção: tem romance novo no próximo post.
Bjs, amores!
terça-feira, 30 de julho de 2019
Eu não precisava disso.
O ano era 2012 e eu conheci uma pessoa e caí na besteira de curar o amor que eu sentia pelo Di com outro "amor".
Gente, isso não dá certo não. Eu fingi um amor por 1 e 6 meses. E a melhor coisa foi qnd eu me libertei desse cara.
Mas ele foi abrigo, foi ensinamento, foi diversão, foi muito bom ficar com ele.
Era o Marreiros. Um cara que fiquei logo depois que briguei com o Di e logo em seguida engatamos um namoro e até moramos juntos. Nós não nos entendíamos em nada, eu era de Marte e ele de Júpiter.
Não tínhamos intimidade na cama, no beijo, em nada! Nada mesmo.
É a única pessoa que eu nunca mais falei depois que eu terminei. Porém, uma coisa devo muito ao Marreiros. Ele me ajudou a ficar longe do Di e aguentar todo o sofrimento e toda dor.
Eu sei que é feio usar outra pessoa, mas foi algo tão natural. Eu dizia: -bom, pelo menos eu não estou sozinha.
Como se a solidão fosse o problema! O único problema era o medo de voltar com o Di.
Mas eu ainda voltei a ficar com ele. Sério! Eu fiquei! Mas antes dele, o M.V reapareceu na minha vida e me realizou como mulher, como mãe, como pessoa. Conto logo, logo essa história para vcs.
Só sei que eu nunca tinha ficado tão bem depois de um término de relacionamento.
Bjs, amores 💙
Gente, isso não dá certo não. Eu fingi um amor por 1 e 6 meses. E a melhor coisa foi qnd eu me libertei desse cara.
Mas ele foi abrigo, foi ensinamento, foi diversão, foi muito bom ficar com ele.
Era o Marreiros. Um cara que fiquei logo depois que briguei com o Di e logo em seguida engatamos um namoro e até moramos juntos. Nós não nos entendíamos em nada, eu era de Marte e ele de Júpiter.
Não tínhamos intimidade na cama, no beijo, em nada! Nada mesmo.
É a única pessoa que eu nunca mais falei depois que eu terminei. Porém, uma coisa devo muito ao Marreiros. Ele me ajudou a ficar longe do Di e aguentar todo o sofrimento e toda dor.
Eu sei que é feio usar outra pessoa, mas foi algo tão natural. Eu dizia: -bom, pelo menos eu não estou sozinha.
Como se a solidão fosse o problema! O único problema era o medo de voltar com o Di.
Mas eu ainda voltei a ficar com ele. Sério! Eu fiquei! Mas antes dele, o M.V reapareceu na minha vida e me realizou como mulher, como mãe, como pessoa. Conto logo, logo essa história para vcs.
Só sei que eu nunca tinha ficado tão bem depois de um término de relacionamento.
Bjs, amores 💙
sexta-feira, 26 de julho de 2019
Ligação inesperada.
Oi, meus amores!
O assunto de hoje é velho. Rs
M.V, isso mesmo! Lembram que ele é a pessoa que me fez mais feliz dentre todos? Isso, isso! Porém, ainda não vou contar sobre essa tal felicidade.
Quando eu falava sobre o M.V, contei da vez que nos vimos e que acabamos cortando os laços por causa do destino. Entretanto, ele não iria sumir de pra sempre...
Em 2009, eu acho, recebi uma ligação. Adivinhem?! Era o M.V!
Ele conseguiu meu número com alguém e me ligou do trabalho dele. Nós conversamos muito nesse dia e ele me contou que estava trabalhando em outro município, que tinha uma filha e que estava bem. E eu? Bom, eu continuava estudando. Último ano da faculdade e muitas incertezas.
Depois dessa ligação, eu só voltei a falar com o M.V em 2013, graças às novas tecnologias. Mas isso eu conto depois.
Beijos ❤
O assunto de hoje é velho. Rs
M.V, isso mesmo! Lembram que ele é a pessoa que me fez mais feliz dentre todos? Isso, isso! Porém, ainda não vou contar sobre essa tal felicidade.
Quando eu falava sobre o M.V, contei da vez que nos vimos e que acabamos cortando os laços por causa do destino. Entretanto, ele não iria sumir de pra sempre...
Em 2009, eu acho, recebi uma ligação. Adivinhem?! Era o M.V!
Ele conseguiu meu número com alguém e me ligou do trabalho dele. Nós conversamos muito nesse dia e ele me contou que estava trabalhando em outro município, que tinha uma filha e que estava bem. E eu? Bom, eu continuava estudando. Último ano da faculdade e muitas incertezas.
Depois dessa ligação, eu só voltei a falar com o M.V em 2013, graças às novas tecnologias. Mas isso eu conto depois.
Beijos ❤
quarta-feira, 24 de julho de 2019
Oi pessoinhas do meu coração.
No último post eu falava sobre o Emanuel e sua partida cedo demais dessa terra.
Como eu fiquei depois dessa perda? Gente, foi muito difícil!
Minha glicemia ficou muito descompensada eu tinha muitas hipoglicemias severas e hipers também.
O primeiro dia foi até tranquilo, pois o pai do Emanuel ficou comigo. Porém, o tempo foi passando e eu era solteira. Não assumi compromisso por causa da gravidez. Então, eu comecei a sofrer a perda de maneira bem mais intensa e eu passava mal por conta disso.
Muitos amigos me apoiaram, mas as noites eram de sofrimento intermináveis. Eu dormia imaginando ele do meu lado, eu colocava todas as roupas dele em cima da cama e abraçava porque eu queria meu filho perto de mim.
Fiz acompanhamento com psicólogo, endócrino, nutricionista, mas eu sabia que as crises aconteciam por causa da tristeza e do sofrimento.
Eu passei quatro anos vivendo em uma montanha russa. 2018 foi o pior ano da minha vida com o descontrole glicêmico.
Desmaios, convulsões, dentre outras situações e isso tudo por causa do emocional. Eu não me recuperei da perda do meu pacotinho de amor. A única coisa que conseguir fazer foi controlar a glicemia melhor.
O lado emocional é pior do que o açúcar quando se fala em diabetes. Eu sei bem disso!
A próxima postagem é surpresa, tá? rs (ainda não sei sobre o que falar)
O que vocês querem ler?
Falo do M.V, do Di, de um amor novo? Quero saber. Bjs ❤
No último post eu falava sobre o Emanuel e sua partida cedo demais dessa terra.
Como eu fiquei depois dessa perda? Gente, foi muito difícil!
Minha glicemia ficou muito descompensada eu tinha muitas hipoglicemias severas e hipers também.
O primeiro dia foi até tranquilo, pois o pai do Emanuel ficou comigo. Porém, o tempo foi passando e eu era solteira. Não assumi compromisso por causa da gravidez. Então, eu comecei a sofrer a perda de maneira bem mais intensa e eu passava mal por conta disso.
Muitos amigos me apoiaram, mas as noites eram de sofrimento intermináveis. Eu dormia imaginando ele do meu lado, eu colocava todas as roupas dele em cima da cama e abraçava porque eu queria meu filho perto de mim.
Fiz acompanhamento com psicólogo, endócrino, nutricionista, mas eu sabia que as crises aconteciam por causa da tristeza e do sofrimento.
Eu passei quatro anos vivendo em uma montanha russa. 2018 foi o pior ano da minha vida com o descontrole glicêmico.
Desmaios, convulsões, dentre outras situações e isso tudo por causa do emocional. Eu não me recuperei da perda do meu pacotinho de amor. A única coisa que conseguir fazer foi controlar a glicemia melhor.
O lado emocional é pior do que o açúcar quando se fala em diabetes. Eu sei bem disso!
A próxima postagem é surpresa, tá? rs (ainda não sei sobre o que falar)
O que vocês querem ler?
Falo do M.V, do Di, de um amor novo? Quero saber. Bjs ❤
segunda-feira, 22 de julho de 2019
O mais belo caso de amor: Maycon Emanuel
Olá, amores!
Dando continuidade às histórias sobre o emocional e o diabetes. Na postagem anterior falei sobre as oscilações glicêmicas na hora do sexo e nos términos de namoro de maneira bem resumida.
Agora vou falar de algo bem mais profundo: A maternidade.
Imagine você como é a relação de afeto entre mãe e filho. As descobertas, as mudanças hormonais, o corpo sendo transformado por um serzinho que mesmo antes de vim ao mundo já emana luz e muito amor.
Foi assim: era minha segunda gravidez. Tive duas.
A primeira em 2010(aborto espontâneo) e a segunda em 2014 (nativivo).
A primeira eu não vivenciei nada, pois descobri no mesmo dia que perdi. Já a segunda, eu curti muito, muito mesmo! Porém, as mudanças acabaram interferindo no controle glicêmico e o desfecho da história não foi o tão sonhado por mim.
Vou começar do momento em que eu entrei em trabalho de parto. Foi um parto induzido e eu estava com oito meses.
Dia 04 de dezembro eu fui encaminhada para uma sala para que as enfermeiras iniciassem a indução do parto. Por volta das 21 horas eu comecei a sentir dores e o Maycon Emanuel, nasceu às 4:19 do dia 05 de dezembro de 2014.
Eu lembro bem o momento do parto. Minha glicemia estava 25 mg/dl e enquanto uma enfermeira pulsionava a veia no meu braço para tentar colocar o soro glicosado, a outra tentava sem sucesso ouvir os batimentos cardíacos do Emanuel. Até que eu juntei todas as forças que ainda tinha e a cabeça do Emanuel saiu...
Eu apoiei meus dois cotovelos sobre o colchão da maca, enquanto a enfermeira girou o meu filho e foi puxando para fora. O rosto dele estava virado para minha coxa direita e eu vi quando seus bracinhos foram caindo por cima de seu peitoral. Eu pensei que ele estava morto e pedi pra Deus não deixar isso acontecer.
A enfermeira continuou puxando e ele estava completamente desfalecido e eu fui morrendo por dentro. Quando elas retiraram ele, rapidamente cortaram o cordão umbilical e correram com meu filho nos braços. Eu fiquei sozinha naquela sala. Passaram-se alguns minutos que pareceram uma eternidade, até que voltaram com a notícia de que meu filho precisou ser entubado e ir para UTI neonatal.
Eu subi pra ver ele depois de quase 2 horas após o parto, mas o pai já havia ido mostrar a foto dele pra mim.
Era o amor da minha vida. Eu tinha certeza! Eu nunca tinha sentido nada igual. No entanto, o Emanuel não estava bem. Estava em coma induzido por causa das convulsões frequentes e segundo a pediatra ele teria alguns traumas, não sabíamos quais, pois precisaria de exames que eram inviáveis no momento.
Então eu orei! Orei e perdi a conta de quantas vezes eu subi e desci a escada da maternidade sempre pedindo a Deus a proteção para meu príncipe.
Já no terceiro dia eu recebi alta e a noite, antes de sair da UTI onde o Maycon estava eu orei dizendo pra Deus que eu queria muito criar o meu filho, mas eu não suportaria ver ele sofrendo.
No outro dia quando eu estava na porta da UTI o meu celular tocou. A psicóloga disse que a médica me aguardava para falar comigo.
Meu Deus, o pior aconteceu! Quando eu olhei para a encubadora e ele não estava meus olhos se encheram de lágrimas enquanto a médica dava a notícia da morte do Emanuel.
Fizemos todos os procedimentos necessários para que pudéssemos levar o corpo até o meu local de origem e assim realizar o velório e enterro. Foi o único velório que me fez chorar.
Morria um pedacinho de mim naquele nove de dezembro.
Por causa do meu estado emocional eu tive uma hipoglicemia severa e convulsão, fui levada para a unidade básica de saúde durante a madrugada e só fui liberada após muita conversa para o enterro do meu filhote. Ele é o serzinho mais lindo da face da terra. A boca, as mãos e pés lembravam muito o pai.
Tudo terminou para quem acompanhava o enterro, porém para mim era o início de um longo sofrimento e descontrole glicêmico que começava.
Continuarei a falar na próxima postagem de como consegui superar esta perda.
Beijos, amores ❤
Dando continuidade às histórias sobre o emocional e o diabetes. Na postagem anterior falei sobre as oscilações glicêmicas na hora do sexo e nos términos de namoro de maneira bem resumida.
Agora vou falar de algo bem mais profundo: A maternidade.
Imagine você como é a relação de afeto entre mãe e filho. As descobertas, as mudanças hormonais, o corpo sendo transformado por um serzinho que mesmo antes de vim ao mundo já emana luz e muito amor.
Foi assim: era minha segunda gravidez. Tive duas.
A primeira em 2010(aborto espontâneo) e a segunda em 2014 (nativivo).
A primeira eu não vivenciei nada, pois descobri no mesmo dia que perdi. Já a segunda, eu curti muito, muito mesmo! Porém, as mudanças acabaram interferindo no controle glicêmico e o desfecho da história não foi o tão sonhado por mim.
Vou começar do momento em que eu entrei em trabalho de parto. Foi um parto induzido e eu estava com oito meses.
Dia 04 de dezembro eu fui encaminhada para uma sala para que as enfermeiras iniciassem a indução do parto. Por volta das 21 horas eu comecei a sentir dores e o Maycon Emanuel, nasceu às 4:19 do dia 05 de dezembro de 2014.
Eu lembro bem o momento do parto. Minha glicemia estava 25 mg/dl e enquanto uma enfermeira pulsionava a veia no meu braço para tentar colocar o soro glicosado, a outra tentava sem sucesso ouvir os batimentos cardíacos do Emanuel. Até que eu juntei todas as forças que ainda tinha e a cabeça do Emanuel saiu...
Eu apoiei meus dois cotovelos sobre o colchão da maca, enquanto a enfermeira girou o meu filho e foi puxando para fora. O rosto dele estava virado para minha coxa direita e eu vi quando seus bracinhos foram caindo por cima de seu peitoral. Eu pensei que ele estava morto e pedi pra Deus não deixar isso acontecer.
A enfermeira continuou puxando e ele estava completamente desfalecido e eu fui morrendo por dentro. Quando elas retiraram ele, rapidamente cortaram o cordão umbilical e correram com meu filho nos braços. Eu fiquei sozinha naquela sala. Passaram-se alguns minutos que pareceram uma eternidade, até que voltaram com a notícia de que meu filho precisou ser entubado e ir para UTI neonatal.
Eu subi pra ver ele depois de quase 2 horas após o parto, mas o pai já havia ido mostrar a foto dele pra mim.
Era o amor da minha vida. Eu tinha certeza! Eu nunca tinha sentido nada igual. No entanto, o Emanuel não estava bem. Estava em coma induzido por causa das convulsões frequentes e segundo a pediatra ele teria alguns traumas, não sabíamos quais, pois precisaria de exames que eram inviáveis no momento.
Então eu orei! Orei e perdi a conta de quantas vezes eu subi e desci a escada da maternidade sempre pedindo a Deus a proteção para meu príncipe.
Já no terceiro dia eu recebi alta e a noite, antes de sair da UTI onde o Maycon estava eu orei dizendo pra Deus que eu queria muito criar o meu filho, mas eu não suportaria ver ele sofrendo.
No outro dia quando eu estava na porta da UTI o meu celular tocou. A psicóloga disse que a médica me aguardava para falar comigo.
Meu Deus, o pior aconteceu! Quando eu olhei para a encubadora e ele não estava meus olhos se encheram de lágrimas enquanto a médica dava a notícia da morte do Emanuel.
Fizemos todos os procedimentos necessários para que pudéssemos levar o corpo até o meu local de origem e assim realizar o velório e enterro. Foi o único velório que me fez chorar.
Morria um pedacinho de mim naquele nove de dezembro.
Por causa do meu estado emocional eu tive uma hipoglicemia severa e convulsão, fui levada para a unidade básica de saúde durante a madrugada e só fui liberada após muita conversa para o enterro do meu filhote. Ele é o serzinho mais lindo da face da terra. A boca, as mãos e pés lembravam muito o pai.
Tudo terminou para quem acompanhava o enterro, porém para mim era o início de um longo sofrimento e descontrole glicêmico que começava.
Continuarei a falar na próxima postagem de como consegui superar esta perda.
Beijos, amores ❤
Como fica a glicemia na hora "H"?
Oi gente! Como prometido, vim contar para vocês sobre o impacto do emocional nas oscilações glicêmicas.
Agora mesmo tô curtindo uma hiper por causa de uma "raivinha" que passei. Desisti até de sair de casa.
Eu já tive diversas hipers(excesso de açúcar) e hipos(falta de açúcar) por causa das emoções.
Já fiquei super nervosa quando fui transar com um carinha e acabei tendo hipo na hora do sexo. Claro que eu já havia explicado tudo antes e ele entendeu, mas demorou bastante pra perceber que eu estava passando mal.
Já passei semanas vendo a glicemia descompensada enquanto eu tentava reatar um namoro.
E uma vez, essa foi a pior/melhor de todas as vezes, eu saí com o Di e depois fomos para a casa dele, eu tive uma hipoglicemia severa na hora do sexo. Primeiro, que eu nunca tinha ido na casa dele. Então, eu já fiquei nervosa quando chegamos lá.
Entramos no quarto, começamos a nos beijar e as coisas foram acontecendo. Transamos, ele disse que eu estava bem à vontade, mas eu não lembro direito e no final tudo foi interrompido, pois o Di disse que eu comecei a passar mal e comecei a ficar com raiva e a chorar. Ele não entendeu nadinha e só depois se tocou, me deu um doce e depois me levou para lanchar.
É claro que depois voltamos e terminamos o que havíamos iniciado. Rs
Mas, normalmente, a glicemia tende cair mesmo na hora do sexo. Afinal, é gasto de energia e consumo de glicose.
Na próxima postagem eu conto sobre minha segunda gravidez, a morte do meu filho e o impacto dessa perda no controle da doença.
Foi a coisa mais difícil de superar, porém, consegui pelo Emanuel, por mim!
Beijos açucarados em todos! ❤
Agora mesmo tô curtindo uma hiper por causa de uma "raivinha" que passei. Desisti até de sair de casa.
Eu já tive diversas hipers(excesso de açúcar) e hipos(falta de açúcar) por causa das emoções.
Já fiquei super nervosa quando fui transar com um carinha e acabei tendo hipo na hora do sexo. Claro que eu já havia explicado tudo antes e ele entendeu, mas demorou bastante pra perceber que eu estava passando mal.
Já passei semanas vendo a glicemia descompensada enquanto eu tentava reatar um namoro.
E uma vez, essa foi a pior/melhor de todas as vezes, eu saí com o Di e depois fomos para a casa dele, eu tive uma hipoglicemia severa na hora do sexo. Primeiro, que eu nunca tinha ido na casa dele. Então, eu já fiquei nervosa quando chegamos lá.
Entramos no quarto, começamos a nos beijar e as coisas foram acontecendo. Transamos, ele disse que eu estava bem à vontade, mas eu não lembro direito e no final tudo foi interrompido, pois o Di disse que eu comecei a passar mal e comecei a ficar com raiva e a chorar. Ele não entendeu nadinha e só depois se tocou, me deu um doce e depois me levou para lanchar.
É claro que depois voltamos e terminamos o que havíamos iniciado. Rs
Mas, normalmente, a glicemia tende cair mesmo na hora do sexo. Afinal, é gasto de energia e consumo de glicose.
Na próxima postagem eu conto sobre minha segunda gravidez, a morte do meu filho e o impacto dessa perda no controle da doença.
Foi a coisa mais difícil de superar, porém, consegui pelo Emanuel, por mim!
Beijos açucarados em todos! ❤
domingo, 21 de julho de 2019
Quando o relacionamento se torna uma prisão é melhor parar
Oi amores!
Continuando a falar do Di, saibam que apesar de ter sido algo que durou muito tempo, as lembranças da relação que tivemos não são as melhores.
Ele era maravilhoso, eu o amava muito, ele era "muita coisa boa". Porém, ele acabou se tornando um homem dominador, invasivo, cheio de vontades, e isso não é legal.
O amor jamais pode ser desculpa para você aturar o desrespeito, a desconfiança, a humilhação, só para manter alguém ao seu lado.
Saiba que você será feliz quando entender que amar você mesmo deve estar no topo de suas prioridades. Nada de "ahhhh... mas ele gosta assim" ou "é melhor eu ficar em casa porque ele vai ficar com ciúme dos meus primos e amigos".
Não seja essa pessoa! Os homens, às vezes, nos aprisionam em suas vontades, eles são tão amorosos que nem percebemos o quanto eles nos dominam.
É claro que não estou generalizando, mas observe bem quem está ao seu lado.
Eu vivenciei um amor que me proibiu de fazer muitas coisas que eu gostava e só após várias cenas de ciúme da parte dele é que eu acabei me tocando e decidi sumir da vida dele.
Eu encontrei outra pessoa que eu não amei, mas que estava comigo durante meu sofrimento, e por isso, sou muito grata a ele.
Tenho muita história com o Di, mas vou parar um pouco. Só queria que vocês soubessem que o amor é um sentimento puro demais para ter que aceitar os desvaneios de qualquer parceir@.
Próximo texto vou falar das oscilações na minha glicemia por causa do emocional. Exatamente, gente! O emocional mantém uma relação muito forte com o controle do diabetes.
Beijinhos e até a próxima! ❤
Continuando a falar do Di, saibam que apesar de ter sido algo que durou muito tempo, as lembranças da relação que tivemos não são as melhores.
Ele era maravilhoso, eu o amava muito, ele era "muita coisa boa". Porém, ele acabou se tornando um homem dominador, invasivo, cheio de vontades, e isso não é legal.
O amor jamais pode ser desculpa para você aturar o desrespeito, a desconfiança, a humilhação, só para manter alguém ao seu lado.
Saiba que você será feliz quando entender que amar você mesmo deve estar no topo de suas prioridades. Nada de "ahhhh... mas ele gosta assim" ou "é melhor eu ficar em casa porque ele vai ficar com ciúme dos meus primos e amigos".
Não seja essa pessoa! Os homens, às vezes, nos aprisionam em suas vontades, eles são tão amorosos que nem percebemos o quanto eles nos dominam.
É claro que não estou generalizando, mas observe bem quem está ao seu lado.
Eu vivenciei um amor que me proibiu de fazer muitas coisas que eu gostava e só após várias cenas de ciúme da parte dele é que eu acabei me tocando e decidi sumir da vida dele.
Eu encontrei outra pessoa que eu não amei, mas que estava comigo durante meu sofrimento, e por isso, sou muito grata a ele.
Tenho muita história com o Di, mas vou parar um pouco. Só queria que vocês soubessem que o amor é um sentimento puro demais para ter que aceitar os desvaneios de qualquer parceir@.
Próximo texto vou falar das oscilações na minha glicemia por causa do emocional. Exatamente, gente! O emocional mantém uma relação muito forte com o controle do diabetes.
Beijinhos e até a próxima! ❤
sábado, 20 de julho de 2019
Oi, amores! A postagem de hoje não está tão emocionante, mas vai ficar nos próximos capítulos. Aproveitem!
Hoje é dia de falar da paixão mais intensa e duradoura da minha vida.
Vou chamar esse amor de Di.
O Di e eu nos conhecemos na faculdade. Eu tinha 17 anos e era muito reservada e tímida. Ele era mais "dado". Falava com todos e era bem gracioso. Detalhe: -Ele tinha namorada.
Como tudo começou?
Bom, um certo dia, tínhamos um trabalho fora da sala de aula no 1° horário e no segundo, eu deveria entregar um resumo que eu não tinha feito ainda.
Eu organizei algumas coisas onde íamos fazer a apresentação do trabalho e fui para sala fazer o resumo. Eu estava sozinha e adivinhem quem apareceu??? Isso mesmo! O Di chegou e começou a puxar conversa, mas eu continuei a fazer o trabalho.
De repente ele foi até o lado de fora da sala, retornou e passou por trás da minha cadeira, deu um cheiro no meu pescoço que me fez arrepiar por inteiro.
Eu não esperava por aquilo, então demorei um pouco para reagir. Levantei da cadeira, ele envolveu um de seus braços em torno da minha cintura e me beijou.
Tenho que confessar que foi o melhor beijo da minha vida.
Envolvente, demorado, uma conexão sem igual.
Depois desse dia começamos a nos falar por msg.
Não vou contar muitos detalhes da minha relação com o Di, mas ele ficou muito tempo na minha vida, portanto, terei outras histórias dele aqui.
Bjs❤
Hoje é dia de falar da paixão mais intensa e duradoura da minha vida.
Vou chamar esse amor de Di.
O Di e eu nos conhecemos na faculdade. Eu tinha 17 anos e era muito reservada e tímida. Ele era mais "dado". Falava com todos e era bem gracioso. Detalhe: -Ele tinha namorada.
Como tudo começou?
Bom, um certo dia, tínhamos um trabalho fora da sala de aula no 1° horário e no segundo, eu deveria entregar um resumo que eu não tinha feito ainda.
Eu organizei algumas coisas onde íamos fazer a apresentação do trabalho e fui para sala fazer o resumo. Eu estava sozinha e adivinhem quem apareceu??? Isso mesmo! O Di chegou e começou a puxar conversa, mas eu continuei a fazer o trabalho.
De repente ele foi até o lado de fora da sala, retornou e passou por trás da minha cadeira, deu um cheiro no meu pescoço que me fez arrepiar por inteiro.
Eu não esperava por aquilo, então demorei um pouco para reagir. Levantei da cadeira, ele envolveu um de seus braços em torno da minha cintura e me beijou.
Tenho que confessar que foi o melhor beijo da minha vida.
Envolvente, demorado, uma conexão sem igual.
Depois desse dia começamos a nos falar por msg.
Não vou contar muitos detalhes da minha relação com o Di, mas ele ficou muito tempo na minha vida, portanto, terei outras histórias dele aqui.
Bjs❤
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Um novo amor vai surgir
Continuando a falar do M.V, no último ano do ensino médio eu adoeci e quando retornei para a escola, eu estava quase reprovando. Minha ajuda veio dos meus colegas, inclusive o M.V. Eles me ajudavam com as tarefas, pois eu vivia retornando ao médico, eu faltava 1, 2 e até 3 vezes toda semana.
Na época do diagnóstico eu saí da escola para fazer exames e iniciar meu tratamento, mas acabei piorando e precisei ser internada. Eu saí da escola no final de junho e só voltei no final de outubro.
Quando retornei, as coisas foram entrando nos eixos, mas eu tinha que me adaptar ao tratamento com aplicações de insulina, alimentação mais restrita, etc. As coisas estavam até indo bem, mas no último dia de aula eu tive uma hipoglicemia (queda de açúcar no sangue) eu agredi um colega, estava chovendo e eu estava completamente desorientada.
Eu fui para o meio da rua e o M.V... ahhhh!!! Ele estava do outro lado da rua, veio e me abraçou, me acariciou e disse que ia ficar tudo bem.
Ele conseguiu me tirar um pouco do estado de hipnose que eu estava. Comecei a reconhecer as pessoas, porém não entendia o que estava acontecendo eu tenho apenas lapsos de memória desse momento.
Chamaram a ambulância e eu fui para o hospital e o M.V ficou com o meu celular.
Na outra semana, as aulas já haviam acabado, mas eu precisava do meu telefone. Minha irmã foi buscar e eu como agradecimento mandei um presentinho e uma cartinha para o M.V.
Ele acabou pegando meu número é depois disso nós nos falamos algumas vezes por msg.
No ano seguinte, eu me mudei para a capital para estudar e o M.V ainda foi me visitar uma vez. Ele foi na minha casa, nós conversamos, falei como estava sendo a facul, etc.
Quando ele precisou ir, me pediu para eu acompanhá-lo até o terminal rodoviário, pois ele teria que retornar para sua casa que ficava em outro município. Eu fui e, lá na rodoviária, nós ainda trocamos algumas carícias. Depois desse encontro eu troquei de número de telefone e perdi o contato com o M.V, entretanto, apareceu um novo amor na minha vida.
Beijos e até a próxima! ❤
Ahhhhh... Ainda tem muita história sobre o M.V. Eu ainda não contei porque ele é o motivo da minha maior felicidade. Vocês terão que segurar essa curiosidade por um tempo. Rs
Na época do diagnóstico eu saí da escola para fazer exames e iniciar meu tratamento, mas acabei piorando e precisei ser internada. Eu saí da escola no final de junho e só voltei no final de outubro.
Quando retornei, as coisas foram entrando nos eixos, mas eu tinha que me adaptar ao tratamento com aplicações de insulina, alimentação mais restrita, etc. As coisas estavam até indo bem, mas no último dia de aula eu tive uma hipoglicemia (queda de açúcar no sangue) eu agredi um colega, estava chovendo e eu estava completamente desorientada.
Eu fui para o meio da rua e o M.V... ahhhh!!! Ele estava do outro lado da rua, veio e me abraçou, me acariciou e disse que ia ficar tudo bem.
Ele conseguiu me tirar um pouco do estado de hipnose que eu estava. Comecei a reconhecer as pessoas, porém não entendia o que estava acontecendo eu tenho apenas lapsos de memória desse momento.
Chamaram a ambulância e eu fui para o hospital e o M.V ficou com o meu celular.
Na outra semana, as aulas já haviam acabado, mas eu precisava do meu telefone. Minha irmã foi buscar e eu como agradecimento mandei um presentinho e uma cartinha para o M.V.
Ele acabou pegando meu número é depois disso nós nos falamos algumas vezes por msg.
No ano seguinte, eu me mudei para a capital para estudar e o M.V ainda foi me visitar uma vez. Ele foi na minha casa, nós conversamos, falei como estava sendo a facul, etc.
Quando ele precisou ir, me pediu para eu acompanhá-lo até o terminal rodoviário, pois ele teria que retornar para sua casa que ficava em outro município. Eu fui e, lá na rodoviária, nós ainda trocamos algumas carícias. Depois desse encontro eu troquei de número de telefone e perdi o contato com o M.V, entretanto, apareceu um novo amor na minha vida.
Beijos e até a próxima! ❤
Ahhhhh... Ainda tem muita história sobre o M.V. Eu ainda não contei porque ele é o motivo da minha maior felicidade. Vocês terão que segurar essa curiosidade por um tempo. Rs
terça-feira, 16 de julho de 2019
Romance relâmpago
Depois do Nil e na época da internação no Hospital de emergência eu tive um romance relâmpago com um enfermeiro super gato. Não sei o que ele viu em mim. Eu estava magrela e bem feinha e desnutrida, viu?! Rs
Mas rolou...
Foi ele quem me recebeu na porta do laboratório e fez minha coleta de sangue. Depois disso ele sempre me procurava pelo hospital. Conversávamos muitas coisas e sempre que ele dava uma fugida para me ver na sala de internação era uma emoção. Hahaha... Ele ficava entre o meu leito e a porta, então o chefe dele nunca o encontrava. Rolava sempre uns beijinhos e carícias.
Foi uma aventura insana, mas aí eu fui transferida para a unidade de pediatria.
Pois é!!! Eu só tinha 16 anos. Ele ainda foi me visitar duas vezes lá. Inclusive, uma vez ele foi durante a noite, pulou a janela da enfermaria e eu estava na cama. Ficamos várias horas ali e rolou uns amassos bem intensos nesse dia. Porém, eu recebi minha alta e eu não tinha o contato dele e nem ele o meu.
Então, eu nunca mais o vi e também não cheguei a nutrir nenhum sentimento por ele. Mas ele me fazia sorrir e esquecer que eu estava doente. Gostava disso!
E foi assim: bem rápido mesmo.
A próxima postagem é sobre alguém bem especial na minha vida.
Espero que gostem ❤
Mas rolou...
Foi ele quem me recebeu na porta do laboratório e fez minha coleta de sangue. Depois disso ele sempre me procurava pelo hospital. Conversávamos muitas coisas e sempre que ele dava uma fugida para me ver na sala de internação era uma emoção. Hahaha... Ele ficava entre o meu leito e a porta, então o chefe dele nunca o encontrava. Rolava sempre uns beijinhos e carícias.
Foi uma aventura insana, mas aí eu fui transferida para a unidade de pediatria.
Pois é!!! Eu só tinha 16 anos. Ele ainda foi me visitar duas vezes lá. Inclusive, uma vez ele foi durante a noite, pulou a janela da enfermaria e eu estava na cama. Ficamos várias horas ali e rolou uns amassos bem intensos nesse dia. Porém, eu recebi minha alta e eu não tinha o contato dele e nem ele o meu.
Então, eu nunca mais o vi e também não cheguei a nutrir nenhum sentimento por ele. Mas ele me fazia sorrir e esquecer que eu estava doente. Gostava disso!
E foi assim: bem rápido mesmo.
A próxima postagem é sobre alguém bem especial na minha vida.
Espero que gostem ❤
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